
As músicas que me apresenta com um entusiasmo de criança.
As bobagens que faço na cozinha e que adquirem ar de banquete.

As discordâncias sem rancor.
As piadas bestas que me fazem rir sem querer.
A mão enlaçando minha cintura e me dando calafrios.
A mania de deixar um pedaço de qualquer coisa no prato depois de comer.
A voz e o violão varando a noite (e a varanda).
A raiva que nunca dura, e vira riso.
A mágoa que nunca dura, e vira riso.
As histórias que conta da vida em São Luís.
As peças que tenta pregar na própria mãe quando telefona para ela.
A risada, o humor, o paladar, o jeito, tudo de menino.
A fala, a barba, a ternura, a tolerância - de homem.
As noites em que me deu colo, quando era tudo de que eu precisava.
A forma doce e calma, súbita e avassaladora como entrou na minha vida.
E se tornou tudo de que eu precisava.

Pelas pequenas coisas prefiro dizer o amor, porque as grandes são indescritíveis, indecifráveis, inenarráveis, inexprimíveis. As miudezas é que dizem o amor de todo dia, quarto-e-sala, mãos dadas na rua, beijos roubados no elevador, fonte inesgotável de prazer e alegria cotidianos.
Em homenagem ao Dia dos Namorados, que passou, e ao meu amor, que não, não passa.

3 insano(s) delira(m):
O amor realmente é lindo!!! Mas que não faça declarações somente no dia dos namorados hein.. Ah eu sei que você não é dessas não.
Olha, tô amando esse seu namorado! E quero ser convidada! Não me interessa nem onde, nem como, eu preciso ser convidada! :))))))
Que texto bonito, Deb!
Com certeza o Fernando adorou.
Belo presente de dia dos namorados!
E agora, entre a gente: nada como encontrar alguém que nos completa, nao é mesmo?
Beijao
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