quinta-feira, 12 de junho de 2008

O post do Dia dos Namorados

Trilha sonora adequada:


Datas marcadas no calendário são sempre fruto de controvérsia. Dia dos Pais, Dia das Mães, Dia da Criança, ou, como hoje, o tal Dia dos Namorados.

Os adeptos fervorosos compram presentes com semanas de antecedência, reservam restaurante, e fazem figa pra não ter uma fila muito grande no motel. Os presentes podem incluir bichos de pelúcia, anéis de compromisso, perfumes, um CD com as músicas do casal, um lindo cartão com corações vermelhos.

Jantar romântico à luz de velas...

Dentre os adeptos, há também aqueles que se descabelam por estarem solteiros. Ou melhor, solteiras, porque em geral são as mulheres que se preocupam. E aí, fogem da televisão para não ver comerciais, ou vão a alguma das inúmeras "festas de solteiros" que ocorrem nessa data.

E há os opositores. Aqueles que bradam que é só mais uma data comercial, que tudo é pretexto para o comércio ganhar mais dinheiro, que não há sentido em comemorar algo que é externamente imposto, e que o amor deve ser celebrado todos os dias, não só naquele que se convenciona.

Os argumentos de oposição são bons, mas a pressão para se enquadrar também é. O que fazer?

Para mim, apenas não se prender. Não se prender à convenção, nem à anti-convenção. Atender ao desejo, apenas ao que se quer. Você tem namorado, mas não está a fim de encarar a calcinha de rendinha e a fila do motel? Acabou de começar a namorar (cof, cof, cof), e quer mais é aproveitar todos os pretextos para mimos e declaraçõe? Está solteiro, e acha que isso tudo é uma babaquice, ou ainda, que não é babaquice, mas enfim... ?

A data comemorativa é só uma oportunidade. Mais uma oportunidade para dizer que ama. Mais uma oportunidade para tratar o outro bem, para fazê-lo sentir-se bem. Mais uma oportunidade para estar junto. Se você prefere usar outra data para esse fim, se você acha que não precisa de data, isso é o de menos.

O que importa é o desejo, o gostar, o cuidar, o encontrar, e saber que quem faz o amor somos nós, e não os outros.

Se ainda der tempo, uma boa noite do Dia dos Namorados. A minha está sendo aqui em casa, mas data é o que não nos falta...


4 comentários:

Taissa disse...

Poxa, ninguém me chamou pra festa de solteiros nenhuma... eu bem queria ir, desde 97 não passava sem namorado, peguete, ou dando idéia em alguém. No fim das contas ficamos eu e Sabine, no quarto, ouvindo meu room mate colocar repetidamente uma música de melodia muito bonita, mas a letra era sobre suicídio! uahau, sem noção.

Bjos moça

Ventania disse...

Eu adoro o dia dos namorados e qq outra data comemorativa. Mesmo sendo um tratado comercial, considero como uma oportunidade a mais de festejar, agradecer, mimar quem a gente gosta. Nunca me prendi a calcinhas de rendinha, motel, pelúcia, coração, coisaetal. Sempre busquei dar um presente vindo do coração, qdo o carinha merecia, é claro! rsrs
Desta vez, ganhei um roteador de rede sem fio e dei uma camiseta de caveira, nada romântico né?! Mas é o que NÓS queríamos, quer coisa mais linda?! Bjos, Desirée

Fabiano Paraiso disse...
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Taissa disse...

Ah, foi só eu elogiar e a Sabine roeu meu chinelo essa noite... rsrs. Meus pés e mãos ela morde, mas não dos outros. Mania feia só pular na minha perna quando eu chego em casa e ela fica frenética! Aí ponho ela pra correr atrás de bolinha no corredor, hehe. Xixi no jornal está quase lá! De vez em quando ela faz fora, mas coloquei um ponto de jornal onde ela costuma gostar mais de fazer xixi... vamos ver! Vou levá-la a BH, quem sabe vc não a conhece?

Bjos!!!